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Sábado, 22/11/2008

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Relacionamentos

Quem faz o blog
21/11/2008 às 11:47

Quando a chegada nos remete ao ponto de partida

Nem sempre é fácil, mas é preciso ter muita coragem e determinação para querer ao final da jornada reiniciar. Parece um paradoxo, mas quando imaginamos ter alcançado o objetivo traçado, nos surpreendemos ao descobrir que a caminhada somente nos fortaleceu em experiência e não na conquista dos sonhos que almejamos.

Investimos o melhor de nós apostando na estrada a ser trilhada, convictos de que o outro estará caminhando ao nosso lado para sempre. Sonhamos juntos e vamos à luta para a construção dos nossos sonhos comuns. Um relacionamento estável e duradouro, uma família feliz e um patrimônio considerável. A jornada é longa e árdua. Com o excesso de responsabilidades, muitas vezes, começa a faltar tempo para se dedicar ao relacionamento. Com o desgaste natural do dia-a-dia, pequenos gestos afetuosos começam a ser deixados de lado. Surgem as primeiras crises e a descoberta de que não estão mais sintonizados. É difícil aceitar que depois de lutar juntos anos a fio, pode ser o começo do fim.

Luiz Cláudio, 55 anos, executivo e Beatrice, 53, pediatra, casaram em 1980 com o desejo de construir uma bela família e um patrimônio sólido. Decidiram arregaçar as mangas e ir à luta. Quando completaram 10 de casados, fizeram um balanço das conquistas e concluíram que já tinham casa própria, dois bons carros e um filho. Mas, faz parte do ser humano querer mais. Novos planos, novos sonhos. Comprar um apartamento de bom padrão na praia e uma chácara, no prazo de 10 anos. Novos cursos de especialização, idiomas e mão na massa... Pouco se viam durante a semana. A noite deitavam exaustos. No final de semana cada um fazia seu próprio programa e, aos poucos pareciam dois desconhecidos. Alguns anos mais tarde compraram a chácara. No entanto, antes de comprar o apartamento veio a separação. “Deixamos de fazer o óbvio, namorar. Manter a chama acesa”, conclui. Beatrice acabou se envolvendo com um colega médico e saiu de casa. Luiz Cláudio diz que correram tanto para construir um patrimônio e esqueceram de construir um lar, um ninho de amor. “Corremos atrás do ter e esquecemos do ser”, diz.

O que até então eram apenas sinais tornam-se diferenças acentuadas promovendo desencontros que levam ao abandono dos interesses comuns. A estrada parece não ser mais tão atrativa e cada um passa a ir atrás dos seus próprios objetivos.
E na hora do questionamento acabam descobrindo que a vontade de atingir os objetivos era tão grande que não perceberam sinais claros que denotavam a falta de diálogo, cumplicidade, companheirismo e o excesso de individualismo.

Quando a chegada nos remete ao ponto de partida, constata-se que o resultado não proporcionou a satisfação da realização. Os sinais não foram percebidos e a compreensão declinada pelo afã de chegar. Alguns casais chegam juntos, mas frustrados e infelizes. Mas, a que custo? Sem contar que o resultado deixou a desejar. Uma viagem, muitas vezes, inútil onde esforços foram empregados na direção errada. Que triste constatação perceber que a rota poderia ter sido mudada, diante da insatisfação do outro.

A caminhada só tem validade quando a satisfação é mútua e a sensação de vitória é através de esforços consensuados. É fundamental estar antenado quanto aos desejos e anseios do parceiro e predisposto a mudar o rumo, se for o caso. Dar as mãos para sustentar o outro quando este porventura tropeçar e vice-versa, e ser flexível em detrimento da harmonia no relacionamento para que não seja preciso retornar ao ponto de partida e perceber que um tempo precioso da vida passou.

Na sua opinião, o que leva casais como Beatrice e Luiz Claudio a desistir do casamento quando conquistam os objetivos que tanto sonharam?

14/11/2008 às 11:10

Depende de cada um de nós dar o passo inicial

Vivemos um momento em que o stress advindo da crise global, recessão, competitividade, valorização do ter em detrimento do ser, sobrecarga de atividades cotidianas e a violência têm sido a tônica.

O corre-corre do dia-a-dia tem nos deixado à mercê da própria sorte. Tornamo-nos grandes profissionais, mas paradoxalmente não conseguimos olhar para dentro de nós mesmos para, ao menos, tentar entender melhor nossa psiquê. Faço referência aos projetos, aos sonhos, as nossas frustrações, aos nossos medos, aos nossos pensamentos mais íntimos, à nossa alma.

Lendo a matéria INFÂNCIA DESTRUÌDA,(não deixe de ler) confesso que fiquei chocada.
Impossível não refletir sobre o que é que estamos fazendo com as nossas vidas. E com os nossos filhos? Com a nossa família? Que sociedade estamos construindo? Como li na matéria, indivíduos doentes gerando uma sociedade violenta e doente. Sim, porque diariamente a mídia nos mostra manchetes de barbáries cometidas pelo ser humano contra seus semelhantes. E o pior, muitas vezes, os algozes estão dentro da própria casa; que deveria ser um lar sagrado. Filhos que por ganância matam os pais. Pais que abusam sexualmente os próprios filhos e, alguns até com a conivência da mãe. A violência do mundo não é nada mais do que a somatória da violência que existe nos corações de toda a humanidade.

Sabemos lidar muito bem com as coisas boas do cotidiano. No entanto, é difícil manter a paz de espírito diante das adversidades da vida. Não fomos preparados para lidar com as derrotas, com o fracasso e com o sofrimento. No caos perdemos a elegância e nos tornamos pessimistas, sem forças para agir, para ver uma luz no fundo do túnel e, até para tirar lições dos erros cometidos.

O ser humano tem na sua essência o instinto da destruição. Ele precisa quebrar, destruir para então refazer, recomeçar. É assim com os relacionamentos amorosos, familiares e com as suas conquistas.
Ele leva tempo para conquistar, construir, manter e, num segundo, pode por tudo a perder. E como conseqüência ter o resto da vida para se arrepender.

Vivemos a era do descartável. Corremos tanto que nem nos damos conta da brevidade da existência e da importância dos nossos relacionamentos interpessoais. Há quanto tempo não se contempla um belo pôr do sol, o perfume das flores e o canto dos pássaros? E quando foi trocado o último abraço afetuoso? E um bate-papo ameno com os amigos? Olhando para as pessoas notamos muitos semblantes preocupados e tristes. Onde ficou a alegria de viver? Cadê o sorriso? Será que estamos sempre precisando de algum evento especial para escancarar um sorriso?

Somos eternos aprendizes. Que tal aprimorar a inteligência emocional e descobrir o segredo para a saúde e a felicidade?
Sim, porque pessoas felizes por onde passam deixam um rastro de energias positivas e de encantamento. Cabe a cada um deixar-se contagiar pelas coisas boas e não pelo lado sombrio que só serve para gerar angústia, tristeza, insegurança e medo. Más notícias geram no inconsciente coletivo uma sintonia correspondente. Para mudar o quadro é preciso quebrar esse paradigma e criar algo novo. Como já escrevi no post anterior: a transformação é interna e individual. Nós temos o poder da escolha: continuar na mesmice vivendo no padrão antigo ou reinventar a paz dentro de nós. Não basta querer, é preciso agir se quisermos conquistar um mundo melhor.

Você, caro leitor, tende a prestar mais atenção aos aspectos positivos de seu dia ou aos problemas que teve? O seu pensamento tende a ser mais negativo ou positivo?

07/11/2008 às 13:12

Diante de uma atitude condenável ou polêmica a questão é contar tudo, mentir ou omitir

Em certas ocasiões a verdade é tão dolorosa que até se admite uma mentirinha para evitar o sofrimento. Mas, quando isso passa a acontecer com freqüência pode representar uma ameaça para o relacionamento.

Costumo dizer que a mentira é como uma praga. Ela gera mais e mais mentiras. O mentiroso crônico cria e sustenta uma história como verdadeira. Ele jura que é verdade deixando o outro impotente e incrédulo.

Uma infinidade de segredos e mentiras podem existir dentro de um relacionamento e que acabam sendo varridos para debaixo do tapete. Na maioria das vezes acabam vindo à tona da forma mais cruel possível. Ocultar pode machucar muito e, muitas vezes, pode ser motivo de separação.

O que atemoriza e leva a ocultação da verdade é o medo de perder o ser amado. É o medo do abandono. O segredo, guardado a sete chaves, geralmente está relacionado a algum fato vivido do qual o autor se envergonha e, teme que se descoberto cause dor, sofrimento e decepção.

Quem guarda um segredo ou mente é um eterno sofredor. Tem medo de falar dormindo, vive acuado e, inconscientemente, acaba distante dos envolvidos. Muitas vezes, o parceiro acaba intuindo e desconfia que existe algo errado.

Mas nem todo mentiroso é crônico. Às vezes, pode ocorrer um deslize. Quando a verdade parece dolorida demais para o parceiro a saída pode ser:
ferí-lo, mas contar tudo o que aconteceu, omitir para o impacto ser menor ou mentir para poupá-lo.

Cada ação gera uma reação e, certamente, as conseqüências podem ser imprevisíveis.

Uma coisa é certa. Não existe mentira perfeita. Se a relação é pautada em bons valores a verdade deve prevalecer. Cabe ao outro julgar, perdoar ou romper. Em alguns casos a verdade pode até fortalecer a relação. A omissão ou uma história mal contada leva à outra e à outra. O desgaste com tantas mentiras leva a falta de confiança e pode minar a relação.

Você, caro leitor, concorda com o ditado popular “a mentira tem pernas curtas”?

31/10/2008 às 17:35

“Um dia, um homem observou uma borboleta por várias horas, em uma pequena abertura, num casulo (invólucro construído pela lagarta). Ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.

Parecia que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Tiinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir adiante.

Então o homem, em sua humilde intenção, decidiu ajudar a borboleta. Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e fraco. Era pequena e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observá-la porque esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para poder suportar o corpo e voar. Mas, nada aconteceu!

Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.

Aquele homem tão gentil e com tanta vontade de ajudar não compreendia o que acontecera. O casulo apertado e o esforço necessário para passar através da pequena abertura, fariam com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas. Assim, ela estaria livre do casulo. Pronta para voar”.

Podemos observar nessa história que ela se aplica a todos nós. Sem esforço e determinação não é possível atingir os nossos objetivos. Estaremos sempre na dependência de terceiros para chegar a algum lugar. Posso citar um exemplo bem típico desta época: os pais passam o ano inteiro pedindo ao filho que estude. Às vésperas do vestibular enquanto os amigos “devoram” os livros, ele vai com os amigos para a balada. Quando ele não consegue ver seu nome na lista dos aprovados, se dá conta de que faltou garra.

Os pais não devem se desesperar e nem se culpar. Muitas vezes, o jovem ainda é imaturo e necessita de alguns tombos para aprender. Por outro lado, os pais não devem dar e nem fazer demais pelos filhos. Devem sim, zelar, ficar atentos. Algumas lições a vida lhes ensinará. É nos momentos de escolhas que a transformação pode acontecer. As mudanças podem começar no caos para chegar ao equilíbrio. A grande transformação é interna, vem de dentro para fora. Não adianta falar, falar, falar...

A vida é simples, o ser humano é que gosta de complicar tudo. Seria tão sensato decidir através de uma visão lógica, mas a vida prega surpresas em cada esquina. Não existem fórmulas mágicas.

É preciso ter coragem, acreditar em seus sonhos, sentir a plenitude da vida. Cada um deve ter nas mãos as rédeas do próprio destino. Quem tem medo de ousar e espera que alguém pegue a tesoura e corte o restante do seu casulo, certamente, não sairá do lugar. As mudanças positivas fazem crescer, aproveitar melhor os momentos, perceber os insights.

É conhecendo-se que dá para identificar o que realmente se quer da vida, quais as potencialidades, os pontos fracos e qual o caminho a seguir para crescer, transformar-se num ser melhor promovendo uma grande virada. Sem medo de ser feliz!

A transformação é uma porta que só se abre por dentro...

Você concorda com este provérbio?

24/10/2008 às 10:28

As pessoas costumam dizer que o ciúme é o tempero do amor, aquela pitada que incrementa e faz com que o interesse mútuo permaneça aceso. O ciúme e o amor andam de mãos dadas. Em doses normais serve como uma medida de segurança, no entanto, a sua ausência ou o excesso pode ser um veneno fatal para o relacionamento.

Durante muito tempo o ciúme era considerado um sentimento eminentemente masculino: o homem sempre tentou controlar a sexualidade da mulher para que ela não gerasse filhos com outro parceiro - fora do casamento. Havia a preocupação com os danos a sua imagem ferindo o orgulho masculino.

O ciúme por parte da mulher era por receio de que o homem volúvel a privasse da sua proteção.

O que provoca ciúme nos homens é normalmente diferente do que desperta esta emoção nas mulheres. Os homens são mais sensíveis àquilo que diz respeito à posse física do corpo da sua parceira. Um homem dificilmente perdoa a uma mulher que consuma a infidelidade, ou seja, que chegue ao ato sexual com outro homem.

As mulheres tendem a ser mais sensíveis à intimidade psicológica do envolvimento emocional do homem. Não é preciso que este envolvimento chegue à cama. As mulheres sofrem quando o seu parceiro se dá emocionalmente a outra mulher, dedicando-lhe atenção, tempo ou outros recursos relacionados com a afetividade.

O ciúme é considerado normal quando surge em resposta a um estímulo externo que tem raízes na realidade. É aceitável quando não faz sofrer permanentemente e, portanto, é um sentimento que deve ser passageiro. Quando a relação é sadia os dois tocam a sua vida, estudam, interagem com outras pessoas, saem para trabalhar e voltam para a relação com novidades, fazendo com que a distância os deixe mais ricos entre si. Um torce pelo sucesso e pela felicidade do outro.

O ciúme é considerado patológico quando é levado a extremos. Quando é fruto da imaginação e vive de reações descontroladas e sufocantes. Quando há um investimento afetivo e emocional na relação é natural que a ameaça de perda do outro dê origem a esta emoção.

O ciúme passa do normal ao patológico quando passa a fazer mal para a relação levando o parceiro, muitas vezes, a se afastar para poder respirar. Na ânsia de não perder o seu amor passa a tolher sua liberdade e a ferí-lo com suspeitas e acusações infundadas. O ciumento perde o controle da situação. Ele passa a ter atitudes infantis e irracionais decorrentes de dificuldades emocionais que podem estar relacionadas a sua infância.

A síndrome do “agarramento” acontece no primeiro ano de vida, quando o bebê começa explorar o mundo e tem necessidade de agarrar-se à mãe: alguns homens agarram-se tanto às mulheres, como agarravam às pernas da mãe, demonstrando um medo antigo de serem abandonados.

Outra situação de ciúme doentio provém de um complexo de Édipo mal resolvido: entre os quatro e seis anos, a criança identifica-se com o pai e tem ciúmes dele pela atração que ele exerce sobre a mãe. Na idade adulta, essas frustrações podem reaparecer sob a forma de possessividade em relação ao parceiro, raiva ou mesmo paranóia.

Características do ciumento:

Geralmente, tem baixa auto-estima, vê o rival, potencial ou real, dotado de qualidades superiores. As mulheres dão mais importância à estética, ao fato de a outra ser mais jovem ou mais bonita, enquanto que os homens fazem a comparação com o poder, o dinheiro e a capacidade sexual.

A pessoa excessivamente carente e insegura aceita passar por situações de humilhação, controle, competição, crueldade e dor em prol do relacionamento. Vive angustiada, insegura e na expectativa do que vai receber do outro. Se receber menos certamente haverá cobrança. Ao invés de dar amor ao outro, passará a dar suas inseguranças e carências, muitas vezes, disfarçadas em comportamentos autoritários ou de ciúmes. A insegurança é a grande responsável pelo ciúme.


Outros tipos de ciúme:

Ciúme dos amigos: A pessoa excessivamente ciumenta não suporta programas feitos na companhia dos amigos. Está sempre exigindo exclusividade e tentando mostrar que prefere um programa a dois.

Tempo do outro: Um tipo de ciúme bastante comum. Marido que sai todo final de semana para pescar ou ir ao futebol.

Êxito profissional da mulher: Muitos homens ainda têm dificuldades para aceitar o sucesso feminino, principalmente se a mulher ganha mais do que ele.

Sogra: Muitos casamentos terminam em divórcio porque houve excessiva influência da sogra.

Nascimento de um filho: O nascimento de uma criança pode dar origem a ciúmes por parte do cônjuge que se sente destronado.

Ciúme do passado: O sujeito que tem ressentimentos em relação à pessoa que tirou a virgindade da sua amada. A mulher que casa com um viúvo e que tem ciúmes da falecida.

Ciúme do futuro: A pessoa que chega até a adoecer só de pensar que se ela morrer o parceiro ficará com outra pessoa.

Ciberciúme: Muitos parceiros entram em salas de bate papo e estabelecem uma relação de intimidade com outra pessoa, naturalmente, sem o conhecimento do parceiro. O problema é quando sai da fantasia e passa para o contato real.

Sinais de perigo:

Indícios de ciúme exagerado:

- Começa a estruturar a vida em função do ciúme.
- Se sente angustiado, inquieto, ansioso por não conseguir controlar o parceiro.
- Não aceita que o seu parceiro faça um programa sem a sua companhia.
- Sente a necessidade de saber constantemente onde o outro está.
- Está sempre confirmando com os amigos se estiveram juntos.
- Não respeita a intimidade do seu parceiro revistando as suas coisas íntimas: gavetas, carteiras, roupas, celulares ou e-mails.
- Está sempre criando situações para o apanhar em flagrante.
- Não confia em nada que o seu parceiro diz. Desconfia de tudo e de todos.
- Arma uma cena de ciúmes sem motivos.

A anatomia do ciumento:

Aspectos negativos:

- sentimento de culpa - stress emocional - stress físico
- raiva
- tensão no relacionamento
- emoções descontroladas
- constrangimento público
- violência física
- perda do parceiro

Aspectos positivos:
- leva a um exame sobre a saúde da relação
- ensina a dar valor ao parceiro
- pode ser visto como um sinal de amor
- faz com que o parceiro se sinta mais desejado
- pode renovar um relacionamento mais desgastado
- faz com que o parceiro se sinta vivo
- pode tornar a relação mais duradoura

Como lidar com o ciúme:

Quando você se sente a vítima:
- Ajude a pessoa amada a refletir por qual motivo, se realmente existe amor, ela não consegue confiar em você.
- Toda vez que for interrogada diga como se sente.
- Nunca caia na tentação de abrir mão daquilo que o ciumento pede para renunciar, achando que vai eliminar o problema.
– Mostre a ele o mal que as suas atitudes fazem para o relacionamento. Faça-o entender que se não conseguir mudar o seu comportamento deverá buscar uma ajuda terapêutica.

Alguns cuidados preventivos:
- Jamais confessar uma traição.
- Não contar as peripécias sexuais e nem o número de parceiros.
- Saber portar-se e vestir-se adequadamente.
- Não ficar desligando o celular quando juntos.

Quando a dor de amor o incomoda:
- O primeiro passo é avaliar o que está sentindo. - Exprima o seu ciúme. Fale abertamente do que está sentindo, e porque é que esta emoção foi despertada.
– Converse sempre de forma racional prestando muita atenção à sensibilidade do outro.
- Analise se esta emoção mexe com alguma lembrança ou ferida do passado: como um trauma vivido anteriormente, a lembrança do sofrimento com a infidelidade de um dos pais, se foi traído em algum dos relacionamentos passados ou se não se sente capaz de manter o interesse do seu parceiro.

Lembre-se de que o respeito e a confiança são a base de uma relação saudável. O aprisionamento quase sempre leva à curiosidade do que está lá fora, podendo levar a infidelidade.

17/10/2008 às 17:49

O orgulho ferido e o esgotamento nervoso podem levar pessoas de bem à loucura

O fim inesperado de uma relação amorosa é sempre sofrido. Quando uma das partes se desinteressa e não quer mais continuar e a outra não consegue se imaginar sem o seu amor, fica perdida e desnorteada e joga os pés pelas mãos?

Este parece ser o caso que acompanhamos, desde segunda-feira, através dos telejornais e, que depois de 100 horas teve um desfecho trágico. Duas adolescentes baleadas.

Durante três anos Eloá(15 anos) e Lindemberg (22) viveram uma história de amor. Há um mês a jovem decidiu por um fim no relacionamento. Inconformado, ele resolveu seqüestrar a ex-namorada e mante-la em cárcere privado junto com a amiga Nayara. Muitas pessoas defendem a idéia de que no amor, vale tudo. O próprio advogado do rapaz alega que ele é um bom moço e que a sua única exigência é ficar ao lado da mulher amada. “É uma prova de amor”, justifica. O amor não acaba com o rompimento; não para uma das partes. Com o mesmo sentimento no peito ele não entende e não aceita a idéia do outro querer partir.

Posso até concordar que a perda de um amor dói muito. Que, nesta hora, a emoção fala mais alto do que razão e, que as pessoas agem e reagem movidas por um sentimento de desespero e de incredulidade. E as juras de amor? Quase sempre as atitudes são precedidas por escolhas e intenções. Lindemberg com o coração magoado e ferido já tinha ameaçado Eloá. Não foi por impulso que ele a seqüestrou. Ele premeditou e sabe o preço que pode pagar. As pessoas não são perfeitas, tudo bem. Mas, onde fica a dignidade, a ética e a liberdade? Será que é preciso abrir mão de nossos sentimentos ou desistir de nossos desejos apenas para que o outro não se machuque? Certamente que não! Muitas vezes, a dor é inevitável. No entanto, existem maneiras e maneiras de por fim a uma história de amor, especialmente quando estamos nos referindo a alguém que foi muito importante na nossa vida. E, esta pessoa que ouviu todas as lamúrias, as inquietações da alma e nos envolveu em seus braços, nos momentos difíceis, merece consideração e respeito.

Todos sabemos que qualquer pessoa apaixonada quando leva um fora, sofre. Ultimamente, o ser humano tem se comportado de forma egoísta, irracional e insensível. Ao que tudo indica a menina Eloá terminou o namoro e se negava a conversar com ele. Lindemberg se desesperou ao ver outro rapaz no Orkut da ex e, concluiu que ela encontrara um novo amor. A rejeição levou o ciumento e possessivo Lindemberg à loucura.

Nestes casos, é preciso dar um tempo antes de assumir um novo interesse amoroso. Quem passa por cima dos sentimentos das pessoas, pode colher decepções e lágrimas.

As pessoas de bem pautam suas ações dentro de bons princípios, da moral e da fé que é o alimento espiritual que fortalece a alma e dá condições de suportar os embates da existência, concedendo forças para superá-los. Continua valendo: Não faça aos outros; aquilo que você não quer para si!

10/10/2008 às 18:38

O ser humano é dual por natureza. Ele ama e odeia. Critica e elogia.

Quem é que não gosta de ouvir um elogio? Ele aumenta a confiança e eleva a auto estima. Faço referência ao reconhecimento sincero digno de aplausos e não da adulação interesseira ou banal.

É preciso ter em mente que um elogio sempre gera um clima de simpatia. Por isso, faz bem para a alma reconhecer e ser reconhecido pelas pessoas que nos cercam, amigos, colegas de trabalho ou familiares. Elogiar é louvar as virtudes e os esforços dos outros, da mesma forma como gostaríamos que agissem conosco.

Assim como tem gente que tem dificuldade para praticar o elogio outras se sentem constrangidas quando são elogiadas. E, muitas vezes, respondem: “Eu não mereço”, “Bondade sua”, “Que exagero, nem é pra tanto”. No fundo, se sentem lisonjeadas, mas não assumem. O melhor a fazer é aprender a aceitar com tranqüilidade. Afinal, ninguém é obrigado a dizer aquilo que sente. Recusar por quê?

Um elogio pode operar verdadeiros milagres. Muitas pessoas animam-se quando recebem um elogio sincero. Talvez, naquele dia era tudo o que ela mais precisava para aquietar o seu coração. Infelizmente, movidos pelo nosso egoísmo e nosso orgulho, somos mais propensos a criticar os erros do que elogiar as virtudes de pessoas queridas.

Há quanto tempo você não elogia o seu filho, que fica a sua espera todas as noites? E o seu amor que, pacientemente ouve todas as suas queixas? E aquele colega de trabalho que, dezenas de vezes, tem lhe ajudado nas suas tarefas? As pessoas educadas, gentis e de espírito elevado sabem valorizar seus semelhantes e elogiar o bem que os outros fazem.

Saiba elogiar no seu dia-a-dia. A melhor fórmula para manter as pessoas queridas à nossa volta é usar a simpatia, a doçura e a gentileza. Tenha em mente que um elogio é um presente. E, é dando que se recebe...

Você, caro leitor, recebeu um elogio hoje ou elogiou alguém?

03/10/2008 às 11:56

Quando a convivência se transforma em drama ou em história de amor

Quem é que nunca ouviu falar de um caso de paixão entre primos? É normal o adolescente se apaixonar por pessoas próximas. Quando um sentimento começa a nascer dentro de nós, ele não escolhe hora, lugar e nem tampouco a pessoa. Nesta hora, o cupido pode acabar flechando alguém da família. A descoberta do sexo oposto e a inexperiência podem gerar uma falsa paixão. Na maioria das vezes uma paixão não correspondida, apenas idealizada e desejada, uma paixonite, um encantamento pela própria idade.

Sara, 42 anos, casada, conta que cresceu ouvindo a história de Romeu e Julieta. Paixões e amores proibidos sempre aguçaram os seus sentidos. Aos 13 anos viveu uma paixão platônica arrebatadora. O alvo do seu objeto de desejo era o primo Alceu de 21 anos. Como tudo que é proibido é mais gostoso, tinha verdadeira fixação pelos seus belos olhos azuis. Ela lembra que, dava bandeira, mandava bilhetinhos anônimos, como se ele não conhecesse a letra dela e, seu coração disparava quando o encontrava nos almoços familiares. A família toda percebia, mas ele não estava nem aí, e ainda ficava irritado quando a situação era alvo de chacota. Hoje, quando se encontram o acontecido vira motivo para piada.

O assunto tem sido retratado no cinema, nas novelas e nos livros em belos contos de amor. Na psicanálise, Freud teoriza o complexo de Édipo. Na ciência os pesquisadores e estudiosos se debruçam sobre as questões genéticas. Na vida real pode ser muito mais do que proibição, mito ou um affair passageiro. Pode se transformar em um amor para a vida toda, principalmente, quando o interesse mútuo acontece na fase adulta e ambos já tiveram outras experiências. É porque existe uma atração física real, compatibilidade e muita afinidade. Os dois se conhecem bem, conviveram desde a infância muito próximos e, sem saber bem porque, um belo dia, o “clic” aconteceu.
A primeira preocupação da família é como lidar com a situação. Quase sempre se torna uma barreira para o casal que quer ficar junto. Os parentes alegam que um casamento entre primos pode resultar em filhos com problemas genéticos, mentais ou físicos. Por conta disso, o relacionamento entre primos é sempre mal visto e desestimulado. As questões religiosas também ganham peso nesta hora. O incesto é punido pelas religiões cristãs.

Segundo os geneticistas um casal não consangüíneo corre um risco de até 2% de ter um filho com má formação ou algum tipo de doença fisiológica ou metabólica. No entanto, o risco pode ser de até 10% quando o casal é de primos em primeiro grau.

Na Idade Média, reis e nobres induziam à casamentos consangüíneos para não precisar dividir suas riquezas e heranças com outras famílias. Até hoje algumas culturas fazem questão que o casamento aconteça dentro do núcleo familiar para assegurar a manutenção dos laços familiares.

No mundo ocidental, esse tipo de relacionamento não costuma mais ser tão comum como há décadas passadas. Numa época de comunicação globalizada – Internet - as pessoas tem muito mais oportunidades para se interessar por colegas de escola, na balada, e os mais tímidos podem, anonimamente, viver paixões virtuais.

O casal que não quer abrir mão de ficar junto vai precisar de muita conversa e de acordos familiares. Os obstáculos podem ser muitos. O ideal é procurar uma pessoa mais esclarecida para mediar os conflitos, orientar e aconselhar as partes envolvidas.

Beatriz e Luis Henrique – primos em primeiro grau – buscaram a ajuda de um tio para contar à família que iriam se casar. Quando Beatriz, aos 25 anos, cogitou de ir a Paris fazer um curso, os pais se opuseram. Nesta época, o primo recém tinha terminado o curso de Engenharia e, também, pensava em ir a Europa fazer uma especialização. Como os dois cresceram como irmãos, a família achou que para a segurança de Beatriz seria ótimo se os dois fossem juntos. Com o passar do tempo, lentamente, foram percebendo que o sentimento em seus corações, não era de irmãos ou de primos. Havia algo mais forte do que afinidades e vontade de estar sempre junto. A “ficha caiu” quando Luis Henrique teve uma violenta crise de ciúmes ao perceber o interesse de um francês por Beatriz. À partir deste episódio passaram a se relacionar amorosamente. Somente no retorno à Londrina, após quatro, a família teve conhecimento do romance. As barreiras foram muitas. Até hoje a mãe dele não permite que Beatriz a chame de sogra. Ela deixou claro que quer ser chamada de tia. O casal assegura que vivem felizes há 10 anos.

Paixão em família, paixão proibida?

26/09/2008 às 13:34

Pesquisa do IBGE mostra que falta homem

Falta homem no mercado! Esta sempre foi a frase que as mulheres transformaram em mantra. Hoje elas dizem que falta homem INTERESSANTE: bom nível cultural, bem sucedido e disposto a um compromisso sério.

A pesquisa confirma que sobram mulheres em relação aos homens no País. A razão de sexo no Brasil foi de 95,3 homens para cada 100 mulheres em 2007. A menor diferença populacional entre os sexos no ano passado, entre as regiões metropolitanas, estava em Curitiba (95,3 homens para cada 100 mulheres, como na média nacional), enquanto a maior estava no Recife (87,8 homens para 100 mulheres). Em São Paulo, havia 91 homens para cada 100 mulheres.

Os homens são sempre mais afetados pela morte por causas externas, seja os acidentes ou os homicídios. Eles se expõem mais a riscos, principalmente os mais jovens. A outra razão que justifica um número maior de mulheres é o nível de expectativa de vida delas que é maior. O homem parece se cuidar menos e ainda falece mais precocemente em decorrência de ataques cardíacos e outros problemas de saúde.

Curitiba é considerada uma metrópole moderna, belos parques, gente bonita circulando, indústrias que geram bons salários e com uma qualidade de vida acima da média.
A busca por uma boa colocação profissional tem atraído, principalmente, homens de vários estados e até de outros países. Com isso cresce o número de procura por studio e loft – imóveis que, em geral, abrigam uma ou duas pessoas.

Ter uma boa qualidade de vida pode gerar um aumento na expectativa de vida. Pessoas saudáveis e que se cuidam vivem mais. O Paraná é o primeiro estado da Região Sul no ranking dos idosos que mais se casam, segundo o IBGE.

São Paulo abriga um grande número de nordestinos que vieram em busca de uma oportunidade de trabalho. Às vezes, o homem vem sem a família. A migração masculina deixa muitas mulheres nordestinas com menos oportunidade de encontrar um parceiro amoroso. Os homens do nordeste não têm do que reclamar: 87 homens para cada grupo de 100 mulheres.

As uniões formais cresceram 6,5%. Isto quer dizer que ambos os sexos continuam buscando a tão sonhada felicidade amorosa, mesmo sabendo que o número de divórcios tem crescido, no mesmo período, 7,7%.
Segundo os técnicos do IBGE, o aumento no número de casamentos segue uma tendência observada desde 2001 e, uma das hipóteses para esse quase fenômeno é a prevalência de uma certa estabilidade econômica nos últimos anos que favorece esse crescimento. Hoje está mais fácil mobiliar uma casa. É possível comprar fogão, geladeira, tv, cama e microondas em até 24 vezes.

O homem sabe que não é possível viver só de agito e baladas. Amar e ser amado faz parte da natureza humana. Com a maturidade ele se dá conta dos valores familiares. Como casal podem alimentar projetos, entre os quais o de ter filhos, comprar um imóvel, viajar, sem contar que é muito bom saber que tem um porto seguro. A vida a dois transmite segurança, amparo, aconchego e afasta o medo da velhice e da solidão.

Você deve estar se perguntando: se na média nacional existem 95 homens para cada 100 mulheres – a diferença não é tão significativa – onde andam os homens? Por que tem tanta gente sozinha e com dificuldade para encontrar um par amoroso?

Os homens dizem não saber o que elas querem. Na outra ponta elas acreditam que a maioria não presta, são “galinhas” ou não querem nada sério.
Sem contar que muitos bonitões optaram por pessoas do mesmo sexo.
E os que prestam já foram fisgados – estão fora do mercado.

Na verdade, eles não se encontram porque ambos estão em busca de príncipes e princesas e esquecem que as pessoas entram num relacionamento com virtudes e defeitos. Às vezes, com mais defeitos do que qualidades. Em tempos de famílias recompostas e amores líquidos, as pessoas querem ser feliz no amor, mas não querem bancar o ônus. Em parte, o excesso de individualismo colabora.

Nem todas as mulheres concordam que falta homem no mercado. Elas são unânimes em afirmar que faltam homens com as qualidades que elas procuram.
Mas será que elas têm a oferecer aquilo que estão pleiteando?

Segundo dados do IBGE, as mulheres dominam os cursos universitários do país: 57,1% mulheres e 42,9% do sexo masculino.
Em muitos cursos de Doutorado e Pós Doutorado o número de mulheres é ainda superior. Essas mulheres, se pautarem a sua busca pelo nível de escolaridade, certamente, encontrarão dificuldades para ter um novo parceiro. Em contra-partida a maioria dos homens escolhe pelo visual – juventude - beleza física - peso proporcional a altura. Nem sempre são bem sucedidos porque, é sabido que, uma grande parcela da população mundial está com excesso de peso.

E nessa guerra dos sexos como fica o amor?

19/09/2008 às 09:06

Há quem diga que é carma. Outros apostam em erro estratégico

Você está num evento maravilhoso. Circula de lá para cá e entre um canapé e uma taça de vinho, troca olhares e, bingo! O cupido lança sua flecha certeira num belo sorriso...

Neste processo de sedução não se pede documento para saber o estado civil. Conversa vai, conversa vem e o interesse mútuo se acentua. A paixão é inocente, não exige nenhuma burocracia e, até fecha os olhos, caso perceba uma aliança no dedo do pretendente.

No dia seguinte, você fica perguntando para as amigas: por que só consigo me envolver com homens casados ou com namorada?

Certamente, homens e mulheres vêem um paralelo nítido entre essa historinha e a própria vida amorosa.
É o caso de Raul, 37 anos, solteiro, engenheiro. Recentemente, na balada, andava de um lado para o outro. O cenário era favorável, belas garotas, mas, nenhuma delas se dignava ao menos a olhar e esboçar um sorriso. A noite foi passando e lá pelas tantas, Raisa, 31 anos, solteira, fisioterapeuta, o convidou para dançar. O convite foi aceito, imediatamente. Eles dançaram e se divertiram muito.
De repente, ele percebeu que as garotas que não deram a mínima para ele dançavam sozinhas, ao seu redor, dando a maior bandeira. “Quando você está só, não é notado. Basta arrumar um par para despertar o interesse”, diz.

Rafael, 28 anos, advogado, concorda com Raul. Sempre que está namorando percebe que as garotas demonstram um interesse maior do que quando está solteiro. Segundo ele, a abordagem é recheada de curiosidade e de intermináveis elogios.

Fabiana, 26 anos, designer, confessa que só atrai homens casados. Sai um, aparece outro. Parece carma. Falam mal das esposas, mas não as largam por nada. “Sinto que todos me enrolam”, desabafa.

A vida é feita de escolhas e de trocas. Portanto, não se trata de carma.
Quase sempre essas escolhas acontecem num momento de carência, de fragilidade ou de solidão. Quem não gosta de receber um elogio, um olhar mais demorado, um afago e um carinho?

Quando a pessoa se encontra num momento desses, mais suscetível, o seu poder de escolhas fica comprometido. O fato de a pessoa ser compromissada valida o seu bom perfil. Se alguém está com esta pessoa, significa que é do bem, passa a ser um par em potencial, alvo da cobiça.

Tem gente que se envolve com pessoas comprometidas porque, inconscientemente, tem medo de amar. Quando o desejo e o medo se encontram é mais fácil fugir da entrega e cair nos braços de amores impossíveis.

Também é possível, num momento de baixa auto-estima, achar que o(a) casado tem uma auto-estima mais elevada e isso o deixa mais atraente e desejável. Os homens mais jovens costumam achar as casadas mais atraentes porque são mais experientes.
Muitas garotas justificam gostar de homens casados porque, em geral, eles têm estabilidade financeira e podem proporcionar jantares, presentes e noites quentíssimas, muitas vezes, regadas a champagne em motéis e luxo.

É preciso ter cuidado com as falsas promessas. O melhor a fazer é deixar os pombinhos acasalados voltar para os seus ninhos.Tudo na vida tem um preço.E tem muita gente disponível ávida por um novo amor.

Afinal, pessoas comprometidas chamam mais atenção?

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