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Domingo, 07/09/2008
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ATENÇÃO: as inscrições para o 3.º Garagem de Talentos Fnac/Gazetinha foram prorrogadas.Visite a comunidade do concurso no Orkut para mais informações.

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Shoppings: atrações para dar e vender
Por: Luciane Horcel
Divulgação
Bóia-cross na neve e dentro do shopping, pode?Com a chegada dos superultramegashoppings, os curitibanos têm ganhado algumas vantagens. Além da concorrência natural, que resulta em alguns descontinhos em uma loja aqui e outra ali, as opções de lazer aumentaram.
A cada momento surge uma exposição diferente ou uma outra atração imperdível. Há uma semana, por exemplo, a imprensa foi convidada a fazer bóia-cross dentro do Shopping Palladium. Fiquei sem entender nada... “Ué, lá tem corredeira?”. Não resisti a uma visitinha ao novo ambiente capitalista para ver a pista e adivinhe só: dei de cara com uma pista de gelo e o povo se acabando – descendo uma ladeira de bóia. Bem criativo.
Divulgação
O dinossauro Rex, de 6 metros de altura, é a principal atração da exposição do ParkShopping Barigüi.No ParkShopping Barigüi, rolou o maior empenho para abrir uma exposição de réplicas de dinossauros em tamanho real: o Mundo Jurássico - que, aliás, terminaria hoje e ganhou sessão extra na segunda.
E não pára por aí: as livrarias espalhadas pelos grandes centros de compras têm sempre ótimas programações, pockets show e cursos gratuitos. Na Fnac, por exemplo, entre 15 e 18 de setembro vai acontecer o 3.º Encontro de Música Eletrônica. Também vai ter um bate-papo, no dia 25, com o fotógrafo de surf Sebastian Roja – que atua na área há 22 anos.
Para os mais intelectuais, as Livrarias Curitiba incluem na programação um ciclo de leitura sobre Machado de Assis, no dia 16 de setembro, 16h30, no Shopping Estação. Quem fará a palestra é o professor Marcelo Sandmann.
E essas são só algumas opções, mas fiquem ligados porque agora os shoppings são muito mais do que um punhado de lojas.
Serviços:
Aventura na Neve no Palladium
Avenida Presidente Kennedy, 4121, Portão, Piso L3. De segunda a sexta-feira, das 11 às 23 horas; sábado, das 10 às 22 horas; e domingo, das 11 às 21 horas.
Valores: de segunda a quinta-feira: R$ 5 a descida ou a promoção - R$ 10 por três descidas. De sexta a domingo: R$ 5 por descida. Os ingressos podem ser adquiridos nos quiosques dentro do shopping.
Mundo Jurássico - ParkShopping Barigüi
No estacionamento do local - Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza,600.
De segunda a sexta, até às 18 horas: R$ 15 (meia-entrada), após às 18 horas: R$ 20 (meia-entrada). Sábados, domingos e feriados: R$ 25 (meia-entrada).
Livrarias Curitiba- Shopping Estação- Av. Sete de Setembro, 2.775. Rebouças.
Fnac - ParkShopping Barigüi - Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza ,600.
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Boletim NOSSO JEITO DE VER O MUNDO
l ATENÇÃO: com a estréia da coluna eLEITORemAÇÃO, a coluna Expedição Net passa a ser publicada às quintas – junto com o espaço Gazetinha 35 Anos – Na Contagem Regressiva.
l Entre para a comunidade oficial da Gazetinha no Orkut.
ESTAÇÃO PUNKADINHA
E você, faz parte de um time?
Por: Punkadinha
Dias desses tava lá eu no meu canto na escola e comecei a escutar uma galera reclamando que não dava mais para aturar a falta de responsabilidade de fulano, que ciclano não fazia nada e por aí vai. Daí, lembrei de uma coisa muito importante que aprendi quando entrei aqui na Gazetinha: a ter responsabilidade e – sobretudo – lembrar que faço parte de um time.
Benett

Assim, é engraçado como tem gente que não se preocupa com nada além do seu próprio umbigo. Não assume os seus erros – ou adora encontrar culpados e se fazer de vítima – e ainda compromete o empenho dos outros. Sério, tudo na vida fica mais fácil quando somos capazes de assumir as nossas limitações e também ao compreendermos que sozinhos não dá para ir muito longe.
Acrescento a tudo isso que citei anteriormente mais um temperinho: respeito. Véio, se isso não existe, daí o bolo desanda. De fé, não tem como tocar um projeto ou uma ação em grupo se eu não visto a camisa e honro – sem medo de estar exagerando – os demais colegas que estão comigo e as pessoas que nos dão as mãos sempre que precisamos.
Ingratidão, trapaça e egoísmo são alguns dos piores valores que – infelizmente – o ser humano coloca à mostra em vários momentos. Vomitei para isso, na boa. Meu, isso não leva a nada.
Em resumo, o que quero dizer é o seguinte: não perca o foco, sonhe alto e com os pés no chão, atraia pessoas legais para trilhar com você tudo isso, compartilhe, retribua, agradeça, arregace as mangas, dê o seu melhor, valorize o seu esforço e dos demais, saiba se organizar, se planejar e te garanto: vou ouvir falar muito de você. Sucesso, rapaziada. Mas pensem em tudo isso que eu disse, ok? E bom feriadão, fui... Ah, comenta aí...
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l GAZETINHA NA BERLINDA - Comente a edição de hoje, 6 de setembro. Gostou das reportagens? Tem críticas, comentários ou sugestões? Deixe o seu recado ou nos envie um e-mail: gazetinha@gazetadopovo.com.br
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Capa bem chamativa e bem direta quanto ao tema tratado na edição.
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Página de opinião bem variada e com boa interatividade.
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Eleições: funcionou bem o bate-papo com os artistas sobre o jovem e a sua participação no processo eleitoral.Reprodução
Perfeito entrosamento entre o conteúdo e o design. Tema importante e visualmente bastante atrativo. Possibilita várias entradas de leitura.
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Página bem variada: coluna Peter Vem Aí, com direito a tira do Punkadinha e Programe-se.
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O Rappa no Diário Musical e a presença da Gazetinha no Festival do Rio (Fique de Olho). Páginas bastante interativas (6 e 7).
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Muito boa a página Espaço Repórter-Mirim e Master com o tema Street Art. ************************************************************************************
Tá Dito
Basta um pouco de incentivo para mudar essa história
Por: Laís Leão, 14 anos, que acaba de ingressar no Projeto Master e que passa a fazer parte do Conselho Editorial da Gazetinha.
De quatro em quatro anos, o mundo inteiro vive a expectativa pela realização dos jogos olímpicos. Nas olimpíadas chinesas, não foi diferente. Só aqui no Brasil, alunos perderam aula e adultos pediram uma licencinha do trabalho para assistir à abertura das competições no dia 8 de agosto. A empolgação ficou ainda maior por conta do bom desempenho dos brasileiros nos Jogos Pan-Americanos do Rio.
Estava todo mundo esperançoso mesmo até começarem as nossas frustrações, vindas, principalmente, dos esportes nos quais o Brasil é sempre campeão, como o vôlei e o futebol masculinos. Mas não podemos falar apenas de nossas derrotas, como insistem algumas pessoas ao impregnar no ar o clima de derrotismo. Inúmeros atletas deram exemplos de luta, determinação e garra, mesmo com a falta de apoio e incentivo financeiro, os quais proporcionariam desde um tênis melhor até um patrocínio para um exame de faixa preta de judô. Muitos que não tinham quase nenhum incentivo representaram maravilhosamente bem o nosso país e isso deve ser considerado também como um prêmio, uma vitória apesar de todas as dificuldades.
José Aguiar

Sou uma otimista incorrigível e acredito que, talvez aos poucos, o Brasil caminhe para frente e consiga proporcionar uma melhor preparação e incentivo aos seus atletas. Com o fortalecimento econômico e democrático, as autoridades e a própria população darão mais valor à cultura e ao esporte para que possamos ver multiplicados os exemplos não só de nossos medalhistas de ouro, César Cielo, Maurren Maggi e as meninas do vôlei junto com seu técnico, mas também de todos aqueles que trazem prata e bronze para o nosso país. Para nossas esportistas brilharem da forma merecida, um bom caminho começa nas urnas: que tal votar ou provocar os seus pais a pensarem bem antes de apertarem a tecla de confirma no dia 5 de outubro?
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AGORA É COM VOCÊ. A CAIXA DE COMENTÁRIOS AGUARDA ANSIOSAMENTE PELAS SUAS OBSERVAÇÕES. PARTICIPE, FAÇA A DIFERENÇA.
***Resenha/filme – Hellboy II – O Exército Dourado***
Visual compensa a trama fraca
Por: João Rodrigo Maroni
A fidelidade em relação ao protagonista e às suas origens sempre foi o maior argumento dos fãs de quadrinhos para apontar Hellboy, de 2004, como uma das melhores adaptações de HQ's já feitas para o cinema. É verdade. Por outro lado, desde que criou o super-herói, em 1994, o roteirista e desenhista Mike Mignola nunca se preocupou muito em bolar tramas complexas, assim como grandes dramas existenciais para seu personagem.
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Personagens fantásticos marcam presença em Hellboy II.
Seguindo esse raciocínio, não fica difícil entender Hellboy II – O Exército Dourado, segundo longa-metragem baseado nas aventuras do bizarro demônio avermelhado (interpretado na tela grande pelo veterano Ron Perlman), destaque da coluna Da Redação desta sexta. O filme entra em cartaz a partir de hoje nos cinemas brasileiros.
Coube mais uma vez ao elogiado Guillermo del Toro (O Labirinto do Fauno) – um fã confesso dos quadrinhos de Hellboy – dirigir o novo capítulo da franquia.
Conhecido por seu apurado cuidado visual (luz, fotografia, maquiagem e efeitos), del Toro não decepciona nesse aspecto. Beirando o surreal, as imagens do longa impressionam. A profusão e a diversidade de criaturas fantásticas são o ponto alto da produção, principalmente por causa da primorosa maquiagem e do trabalho de movimentação corporal dos mímicos Doug Jones (Abe Sapien), John Alexander e James Dodd (Johann Krauss). Ainda assim, a computação gráfica marca forte presença – bem mais que no filme anterior.
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Vai encarar?
**Estréia**
Nos EUA, onde estreou em julho, Hellboy II garantiu boas bilheterias nas primeiras semanas de exibição, mesmo concorrendo com outros blockbusters. O que se justifica pela grande popularidade do personagem por lá. Mignola surpreendeu os leitores ao apresentar a saga da criança de aparência demoníaca nascida no inferno e encontrada por soldados aliados durante a Segunda Guerra Mundial. Criado como um ser humano, Hellboy passa a integrar a Agência de Pesquisa e Defesa Paranormais, juntamente com outros personagens com poderes especiais e determinados a defender a Terra de criaturas malignas e fantásticas.
Em O Exército Dourado, a equipe liderada pelo Vermelhão luta para deter os planos do príncipe elfo Nuada (Luke Goss), que pretende romper um antigo acordo entre a humanidade e os filhos da Terra e despertar um exército de máquinas assassinas e indestrutíveis – o tal exército dourado –, reconquistando assim o domínio sobre o planeta.
Paralelamente a isso, Hellboy vive seus dramas pessoais, dividindo-se entre guardar o segredo da sociedade sobre sua existência e a de seus amigos, porém, ao mesmo tempo querendo ser reconhecido publicamente como um herói. Entre quatro paredes, seu relacionamento com a namorada Liz Sherman (papel vivido pela insossa Selma Blair) não vai nada bem. A garota é fogo – literalmente!
**Roteiro**
Se visualmente Hellboy II é um primor, o roteiro raso e a trama muito simples deixam o filme na rabeira das recentes adaptações de quadrinhos para o cinema. O texto é assinado pelo próprio del Toro, baseado na história criada por ele em parceria com Mignola. Humor e romance dão o tom da fita, mas tudo com uma profundidade digna de filmes como A Múmia. E talvez seja esse mesmo o espírito: Hellboy II é um filme de aventura e deve ser compreendido como tal.
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Hellboy 2 é uma boa pedida para o fim de semana de feriadão. De certa forma, trata-se de um contraponto interessante às adaptações recentes – mais “realistas” – de super-heróis como Batman, por exemplo. Ainda assim é uma pena que não se tenha explorado em O Exército Dourado certas contradições, como o simples fato de um demônio exercer o papel de anjo da guarda da humanidade e a vontade do personagem de ser reconhecido como herói enquanto é tratado como mostro por aqueles que protege. Fica para o próximo.
l CLIQUE AQUI e confira o roteiro de cinema.
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O Rio é a próxima escala da Gazetinha
Por: Cristiano Luiz Freitas
A semana começou com uma boa notícia: o curta-metragem Quase Sem Querer, produção audiovisual da Gazetinha, foi selecionado para o Festival do Rio – o mais importante evento de cinema da América Latina.
Daniel Castellano
Quase Sem Querer: destaque do Projeto Audiovisual da Gazetinha.
O filme faz parte da Mostra Geração e confirma o sucesso das ações audiovisuais do caderno. Quase Sem Querer – produção dos repórteres-mirins 2006-2007 – presta uma homenagem a Renato Russo e à banda Legião Urbana. Trata-se de uma comédia romântica, embalada pelas canções de um dos mais importantes grupos da história do rock nacional. Saiba mais detalhes sobre o Festival do Rio.
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Feriadão com a Gazetinha fica ainda melhor. Manja só:
A – Todo mundo fala sobre a tal “Lei Seca”, que é rígida, isso e aquilo. Mas espera aí: álcool e volante combinam? Esse é o mote da nossa reportagem de capa. Fica ligado.
Daniel Castellano
Para pensar: ao invés da Lei Seca, não é mais fácil repensar o comportamento ao volante? Futuros motoristas, dêem o exemplo!
B – Artistas – como Luciano Huck – falam com exclusividade à Gazetinha sobre a participação do jovem nas eleições. Vale a pena conferir.
Rede Globo
Luciano Huck: convidado especial da Gazetinha.
C – Peter Vem Aí: Regina Vogue, um dos mais importantes nomes do teatro infantil e adolescente no Paraná, revela detalhes sobre o espetáculo Peter Pan e a Terra do Nunca. Saiba curiosidades sobre a sua carreira.
Albari Rosa
Regina Vogue: carreira também no circo. D – O novo disco de O Rappa – 7 Vezes – é o destaque no Diário Musical.
Divulgação
O Rappa: depois de 5 anos, disco com muitas experimentações. E – Street Art é o tema da página Espaço Repórter-Mirim e Master. Bastante curiosa.
Valterci Santos
Os amigos Bernardo e Dox: representantes da Street Art.
Tem mais: Tá Dito, Estação Punkadinha, Programe-se, entre outros. Fala, sério. Não dá para deixar de acessar a Gazetinha.
eLEITORemAÇÃO agitou a Fnac
Por: Cristiano Luiz Freitas
Falta pouco mais de um mês para as comemorações dos 35 anos da Gazetinha. Por conta da data e para incrementar ainda mais esse momento importante, invadimos – mensalmente – a Fnac para diferentes ações.
Levamos ontem (quarta, dia 3) à loja – localizada no ParkShopping Barigüi – todas as informações sobre o eLEITORemAÇÃO e também aproveitamos a oportunidade para promover um bate-papo diferente sobre eleições.
Pedro Serápio
Marden esclareceu dúvidas do público e apresentou todos os detalhes do processo eleitoral no Paraná.
Marden Machado, assessor de imprensa do TRE-PR, deu uma geral sobre o processo eleitoral em todo o Paraná. O público teve a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre a utilização da urna eletrônica – com a possibilidade de testá-la na prática –, recebeu informações sobre como são feitos os registros dos votos brancos e nulos, além de saber mais detalhes sobre o sistema de apuração, entre outras curiosidades.
Pintou também polêmica: com direito aos questionamentos sobre a obrigatoriedade ou não do voto. O debate também rendeu perguntas sobre o processo de escolha de eleitores para atuar – como mesários, por exemplo – no dia da eleição. Para quem ficou curioso, anota aí: a preferência do TRE é pelos universitários.
Pedro Serápio
Professor Norton: um dos convidados do evento. Mas o evento tinha ainda mais convidados. Norton Frehse Nicolazzi Jr., professor de História das Escolas Positivo, falou sobre a importância do conceito de cidadania e – sobretudo – da necessidade do jovem se envolver mais com o tema.
Para fechar com chave de ouro, a cantora Lorenza Pozza apresentou algumas novidades do seu trabalho mais recente. Destaque para uma versão inspirada de “Razões e Emoções”, do NX Zero.
Pedro Serápio
Lorenza Pozza: convidada musical da noite.
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MAIS!!!!
Expedição Net - Carimbe Aqui o seu Passaporte Virtual
No rastro de Felipe Cortez
Por: Cristiano Luiz Freitas
O CQC é - sem dúvida alguma - um dos mais interessantes e divertidos programas da tevê aberta.
Por conta disso, vale a pena conferir - por exemplo - o blog de Rafael Cortez, um dos "homens de preto" da atração exibida pela Band.
Cortez revela - entre outras coisas - detalhes da sua viagem pela Itália. Imagine só o que o cara aprontou em Veneza.
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Rafael Cortez e o fiel câmera Tutu: destaque do CQC.
TEM MAIS: o site Dramaturgia Brasileira é um canal rico em informações. Muito interessante como documento histórico. Vale a visita.
Por dentro do mundo da bola
Por: Carlos Guimarães Filho, 29 anos, jornalista da NQM Comunicação.
Tenho certeza que a absoluta maioria dos futuros jornalistas homens, talvez algumas mulheres, quando ingressam na faculdade de Jornalismo, sonham em trabalhar com esporte, mais especificamente, futebol. Afinal, O mundo da bola, termo utilizado pelos jornalistas, é cativante, empolgante, interessante e altamente dinâmico.
No terceiro ano de faculdade, em 2001, eu tive essa oportunidade. Fui contratado pela NQM Comunicação para ser o jornalista responsável pela assessoria de comunicação do Clube Atlético Paranaense, até então, um dos clientes da empresa. Um grande desafio, ainda mais para quem era estudante.
A rotina dos jornalistas que cobrem futebol é totalmente diferente dos outros. Enquanto a maioria tem horário para entrar e sair, sábado e domingo garantidos e a pauta do dia para fazer, o repórter de esporte só tem horário para começar e raros finais de semana de folga no mês. Quanto à matéria, tudo vai depender do andamento do treino, da declaração dos jogadores e técnico, do horário do jogo, das entrevistas de vestiário.
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Carlos Guimarães com a cobiçada taça da Copa do Japão e Coréia.
A rotina de assessor de clube de futebol é ainda mais puxada. O trabalho é todos os dias e finais de semana. Afinal, o time treina diariamente e joga todos os finais de semana – às vezes, no meio de semana também. Sempre o primeiro a chegar para receber a imprensa e o último a ir embora após atender as demandas e atualizar o site do clube. Folga só na segunda, quando o clube não joga durante a semana.
Mas apesar da falta de horário e de, algumas vezes, ter que abdicar de compromissos pessoais, o mundo da bola é fascinante e vale cada esforço.
Durante os quase quatro anos que trabalhei no Atlético Paranaense, tive a oportunidade de conviver bastante com o que a maioria das pessoas somente conhece pela televisão ou da arquibancada. A cada dia, eu estava em um lugar diferente, viajava com o clube, conhecia estádios, os profissionais de comunicação das cidades nas quais o Atlético jogava, acompanhava os jogadores nos programas de televisão, assistia de camarote aos jogos e, claro, comemorava os títulos.
Dois episódios me marcaram na passagem pelo Atlético. O primeiro foi o título Brasileiro de 2001. Acompanhei de perto todos os jogos. Pude escrever matéria, que guardo até hoje, que fazem parte da história do Clube. Tive a felicidade de estar, a trabalho, no Anacleto Campanela no 23 de dezembro e comemorar o título.
O outro foi quando a televisão inglesa passou uma semana em Curitiba para produzir um documentário do Kléberson, após ele retornar do Mundial como campeão. Neste período, fui, literalmente, o assessor de imprensa, ajudando na produção, na tradução, nas entrevistas e no roteiro da matéria.
Sobre o Mundial, ainda tive a oportunidade de ter em minhas mãos a taça que o Cafu levantou no Japão. Em passagem por Curitiba, a taça "visitou" o Atlético e eu pude carregá-la.
Com certeza, a profissão de jornalista é muito boa. Mas, sem sombra de dúvidas, trabalhar com esporte é ainda mais fascinante. Não é à toa que quem trabalha com esporte não quer sair e quem saiu, quer voltar. Um dia eu volto para o mundo da bola!
ENTENDA A COLUNA: todas as quartas, a seção Ser Jornalista É... – Em Busca da Notícia traz relatos de grandes coberturas e experiências de diferentes profissionais da comunicação.
3.º lugar: "Coração da Gente", medalha de bronze para Elba Ramalho com o tema de abertura de Tropicaliente, da Globo
Por: Cristiano Luiz Freitas
Chegou a hora de revelar as 3 piores trilhas de folhetim do nosso ranking. Na reta final do Top 10 Telenovelas – Discoteca Trash, Elba Ramalho sobe ao pódio para receber a medalha de bronze por “Coração da Gente”, tema de abertura de Tropicaliente, de Walther Negrão, exibida originalmente em 1994.

Presta atenção no “poema”:
“Coração da Gente”
Morena que dança no mar de alegria
E faz a tribo cair na folia
Ta que ta ficando bom, o dia
Vai ficar muito melhor, minha energia
Sonho de salsa, tropi – caliente
Quando encara, escancara o coração da gente
Ô, Ô, Ô, tropi-caliente
Ô, Ô, Ô, enluarar
O coração da gente
Vou te cantar
Mantras, boleros
Te enluarar, repetindo “HAY COMO TE QUIERO”
Ô, Ô, Ô, tropi-caliente
Ô, Ô, Ô, enluarar
O coração da gente
Vou te contar
Lendas de Havana
Ritos de amor, sob a lua Pan americana
Cá entre nós, o que significa “enluarar o coração da gente” ou “te enluarar e repetir 'hay como te quiero'"? Profundo, com certeza...
Rede Globo
Stênio Garcia e Herson Capri em cena da novela. Enfim, mais do que a letra pra lá de inspirada da canção, merece atenção também a abertura de Tropicaliente. Assim, cafona ou brega talvez sejam os adjetivos mais leves para ela. Adoro os guarda-sóis em forma de frutas e os vestidos de melancia e kiwi. Quanta imaginação! Assiste:
Falando um pouco da trama, a novela – que teve o Ceará como cenário principal – era protagonizada por Herson Capri, Silvia Pfeifer, Regina Dourado e Francisco Cuoco.
A história girava em torno do triângulo amoroso do pescador Ramiro (Capri), que viveu um forte romance com a ricaça Letícia (Pfeifer), apesar de seu pai, Gaspar (Cuoco), ser contra a decisão da filha. Por um mal-entendido, os dois se separam e voltam a se encontrar 17 anos depois, quando ela já está viúva e com dois filhos e ele em situação parecida – casado com Serena (Dourado) e também com dois filhos.
Tropicaliente marcou a estréia de Márcio Garcia, Giovanna Antonelli e Daniela Escobar na Globo. O elenco tinha também Victor Fasano, Paloma Duarte, Carolina Dieckmann, Selton Mello, Cássio Gabus Mendes, entre outros.
Rede Globo
Giovanna Antonelli e Daniela Escobar: estréia na Globo. l Na próxima semana, confira o 2.º lugar.
RANKING - Top 10 Telenovelas - Especial Discoteca Trash - O Seu Canal Musical
3.º lugar: "Coração da Gente", de Elba Ramalho. Tema de abertura da novela Tropicaliente (Globo, 1994).
4.º lugar: "Tudo por Nada", de Paulo Ricardo. Tema de abertura da novela Pérola Negra (SBT, 1998/1999).
5.º lugar: as trilhas sonoras de Floribella (Band, 2005 e 2006) e Chiquititas (SBT, 1997 a 2001).
6.º lugar: “Só no Sapatinho”, com o "criativo" grupo Só no Sapatinho, tema de Sandrinha na novela Torre de Babel (Globo, 1998).
7.º lugar: “Gulosa”, com Fat Family; "Minha Menina", com Maurício Manieri; e "Mais Uma Vez", com Pepê e Neném, da trilha sonora de Andando nas Nuvens (Globo, 1999).
8.º lugar: “Quando te Vi”, com Simony. Tema de Madalena (Patrícia França) e Eugênio (Marcello Antony) na novela Salsa e Merengue (Globo, 1997).
9.º lugar: “Imagine”, com Paulo Ricardo. Tema de abertura de Estrela-Guia (Globo, 2001).
10.º lugar: “Querer é Poder”, com Xuxa e José Augusto. Tema de abertura de Sonho Meu (Globo, 1993).
**Antes de ler o texto de João Rodrigo Maroni produzido EXCLUSIVAMENTE para o Blog da Gazetinha, confira a reportagem do jornalista publicada hoje em Vida Pública sobre a organização estudantil**.
Mobilização estudantil: ainda há muito a fazer
Por: João Rodrigo Maroni
Talvez a maior dificuldade encontrada pelos grêmios, centros acadêmicos e diretórios estudantis seja justamente mobilizar os jovens a participarem coletivamente das discussões. Ao menos essa é a constatação de Sarah Serra Almeida Cunha e Carolina Simões Pacheco, ambas com 16 anos, alunas do ensino médio do Colégio Nossa Senhora Medianeira. A primeira é oradora e a segunda diretora de Cultura do grêmio daquela instituição.
Apesar de ser uma escola particular, não faltam motivos para a atuação dos estudantes, de acordo com as meninas. “Não temos uma cadeira no conselho da escola”, exemplifica Sarah, que luta por maior participação dos alunos nas decisões tomadas pelo colégio. O problema maior, no entanto, é fazer os alunos se interessarem por essa e outras bandeiras. “Eles não querem um sarau ou um debate, querem é festa”, critica Carolina. Ao menos, completa ela, é o que a maioria vem pedir ao grêmio.
“Tem que voltar ao ensino médio e ensinar para o cara o que é política”, opina Caio Pamplona, 21, presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e aluno do 5° período de Engenharia Industrial Mecânica. Para ele, os jovens desconhecem a própria conceituação teórica da coisa. “Eles só vêem os escândalos (corrupção) e não sabem que isso não é a verdadeira política”, esclarece. “Com isso eles acabam fugindo. Mas não pode abaixar a cabeça e se acomodar”, complementa Thiago Rosenmann, 23, tesoureiro do DCE da UTFPR e aluno do 9° período de Engenharia de Produção Civil.
Valterci Santos
Thiago, Carolina, Sarah, Caio e Wagner compreendem a importância da organização política já na sala de aula. Para Wagner Tauscheck, 22, coordenador do setor de Humanas do DCE da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e aluno do 3° período do curso de História, a prática da mobilização coletiva também pode ser uma boa professora. “Tem certas coisas que você só aprende quando começa a se organizar”, argumenta.
**Públicas**
No caso das escolas ou universidades públicas, os estudantes acabam se envolvendo ainda mais com a estrutura e a política dessas instituições. Na UFPR, por exemplo, conforme explica Wagner, atualmente se discute a adesão ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) e a eleição para reitor, entre outras questões importantes. Ou seja, sinônimo de muito debate e polêmica.
Na UTFPR, observam Caio e Thiago, também existem vários problemas a serem resolvidos, inclusive de estrutura – apesar do prestígio que a instituição tem. “Fazem dois ou três anos que mudamos para 'universidade' (antes a universidade se chamava Centro Federal de Educação Tecnológica – Cefet-PR, com foco no ensino médio técnico). Mas ainda não temos, por exemplo, um restaurante universitário”, reclama Thiago. “Temos câmpus em onze cidades, mas não temos sequer um R.U. Somos universidade muito mais no nome do que na prática”, critica Caio.
Mas e aí? Qual é a prioridade: lutar pelo que está mais próximo (melhor estrutura, condições de estudo, política da instituição, etc.) ou focar em questões mais amplas, para fora das portas do colégio ou da faculdade? “Acho que a primeira coisa é tentar mostrar para o estudante a importância da atuação política. De certa forma, lutar por coisas 'menores' faz as pessoas perceberem a necessidade de participação e, a partir daí, se preocuparem com as questões maiores”, raciocina Wagner.
De acordo com o cientista político Eliel Ribeiro Machado, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), é importante que os estudantes atuem tanto no “micro” quanto no “macro”. “É natural se voltar para questões 'umbilicais', porém, em várias cidades, há mobilização pelo passe livre, por exemplo”, salienta.
**Salada ideológica**
“O movimento estudantil está num processo de refluxo, que começou a partir dos anos 90”, analisa Eliel Machado. Para ele, além de ter perdido ao longo dos anos um foco comum de luta – no caso, a ditadura militar –, a falta de mobilização dos estudantes hoje no país, de certa forma, reflete um pouco a “salada ideológica” presente na sociedade atual, inclusive nos partidos políticos. As bandeiras se misturaram e perderam a força. Isso sem falar, no caso da política, do problema da corrupção e falta de ética: motivos de sobra para justificar o desencanto dos jovens pelo tema.
“Acho que vai muito do contexto no qual a gente vive”, pondera Sarah. Na opinião dela, é preciso superar a descrença nos partidos e, de um modo geral, ser mais crítico em relação a tudo. Enfim, não dá para desistir e entregar – de bandeja – o seu futuro na mão de quem não lhe representa. Vá à luta!
l Sua escola não possui um grêmio estudantil? Pois saiba que este é um direito dos estudantes. Quer saber como montar um? Então CLIQUE AQUI e acesse o site da União Nacional dos Estudantes (UNE). No menu à esquerda, no tópico Ubes Online, clique em Grêmios Estudantis/Umes.
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Organize-se
Dicas dos estudantes e do professor Eliel Machado para você se organizar na sua escola ou universidade:
l Não se esqueça de pensar nas questões mais amplas. Por exemplo: será que todo mundo tem acesso à educação? Vale a pena resgatar bandeiras de luta da sociedade, não só as que interessam aos estudantes.
l Questione o estado.
l Resgate bandeiras de luta e não só pense em bandeiras restritas ao movimento estudantil.
l Participe das discussões coletivas.
l Crie mecanismos de participação – ferramentas de comunicação.
l Corra atrás de pessoas que pensam como você e querem melhorar a escola ou a faculdade.
l Não atue sozinho.
l Grêmio é um direito de todo colégio.
l Estruture e institucionalize a entidade, até porque será passada para a frente.
l Ensine os estudantes a se mobilizarem.
Tem mais: Mariane Savio, 16 anos, é a responsável pelo texto da coluna Em Resumo desta semana. Em É Isso que Eles Querem, a autora mostra o quanto é interessante para muitos políticos o conformismo da população. A articulista traz informações importantes citadas na obra A Cabeça do Brasileiro, do sociólogo Alberto Carlos Almeida, e nos convida a uma reflexão interessante sobre a participação no processo eleitoral.
Ivonaldo Alexandre
****QUEM FAZ A COLUNA Em Resumo****
1. Priscilla Durigan Ganzert: 20 anos, estudante de Direito na UFPR e ex-participante dos projetos Repórter-Mirim e Master.
2. Fábio Pupo: 19 anos, estudante de Jornalismo na UFPR e também ex-participante dos projetos Repórter-Mirim e Master.
3. Mariane Savio: 16 anos, estudante do 2.º ano do ensino médio no Positivo, participante do Projeto Master e também colunista da revista Capricho.
4. Paulo Sérgio de Albuquerque Coelho Filho: 17 anos, estudante do terceirão do Positivo, jovem escritor e um dos autores da coluna Made in USA – que foi publicada até julho no Blog da Gazetinha.
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PARTICIPE: quarta-feira, dia 3, o eLEITORemAÇÃO é destaque nas comemorações dos 35 Anos da Gazetinha na Fnac (ParkShopping Barigüi - Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 600), a partir das 19h30.
Tem: bate-papo com a turma do caderno, tira-dúvidas com a equipe do TRE-PR, a participação especial do professor de História Norton Frehse Nicolazzi Jr., das Escolas Positivo, e até show musical. Clique aqui para mais informações.
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Interatividade: essa é a palavra de ordem na nossa cobertura de eleições. O jovem eleitor e o adolescente interessado em participar do processo democrático tem canais superbacanas. Veja só:
l Solta o Verbo: está na hora de mandar o seu recado para os futuros vereadores e para o próximo prefeito da sua cidade. Revele os principais problemas do bairro em que você mora e outras situações que precisam de atenção participando da coluna Solta o Verbo. Vale tudo: reclamar de terrenos abandonados utilizados por desocupados, do esgoto a céu aberto, entre outras questões.
Escreva um e-mail para a gente – (gazetinha@gazetadopovo. com.br) – ou mande uma carta para: Gazetinha/Solta o Verbo (Rua Pedro Ivo, 459 – CEP: 80010-020; Curitiba – PR). Importante: não esqueça de informar seu nome, telefones e idade. Suas reivindicações serão entregues a todos os candidatos e a sua história será contada na seção eLEITORemAÇÃO.
l Eu, Prefeito: o concurso de vídeos da Gazetinha. As melhores idéias podem, além do Blog da Gazetinha, ser exibidas no Plug!. Confira o regulamento:
Benett

Regulamento do Concurso Cultural
“EU, PREFEITO"
DA ORGANIZAÇÃO
1. O Concurso Cultural “EU, PREFEITO”, doravante Concurso, é realizado e organizado pela EDITORA GAZETA DO POVO S/A, pessoa jurídica de direito privado, com sede na Praça Carlos Gomes, nº. 04, Curitiba, Paraná, inscrita no CNPJ/MF sob o nº. 76.530.047/0001-29, doravante ORGANIZADORA.
1.1. O presente Concurso, nos termos do art. 3º, inciso II, da Lei nº. 5.768/71, bem como do art. 30, do Decreto nº. 70.951/72, não subordina seus concorrentes, ou futuro contemplado, a qualquer modalidade de álea, pagamento ou vinculação com o consumo ou fruição de qualquer bem, direito ou serviço.
DO CONCURSO CULTURAL
2. O presente Concurso consiste na eleição, divulgação e premiação, dos 03 (três) melhores vídeos onde jovens, residentes no Paraná, se apresentam no papel de prefeitos dos seus municípios, e propõe (de forma crítica, criativa e interativa) melhorias para sua comunidade. O objetivo principal do Concurso é provocar o olhar do jovem sobre o local em que ele mora, além de estimular valores importantes para a sua plena formação.
3. Para participar do concurso, os leitores do jornal Gazeta do Povo deverão se inscrever e enviar seus vídeos para a ORGANIZADORA, nas condições estabelecidas neste Regulamento.
4. Estarão habilitados a participar do Concurso Cultural os jovens, residentes no Paraná e menores de 21 (vinte e um) anos, que se inscreverem e enviarem seus vídeos, nos prazos e condições previstos neste Regulamento.
4.1. Na hipótese em que o participante tiver menos de 18 (dezoito) anos completo de idade, a inscrição deverá ser realizada pelos pais, ou ao menos um deles, ou na falta de ambos, por seu responsável legal.
5. As inscrições deverão ser realizadas no período de 18 de agosto a 30 de setembro de 2008, por e-mail ou por correio, sendo que:
a) Para inscrições por e-mail, o participante deve enviar seu vídeo para o e-mail gazetinha@gazetadopovo.com.br;
b) Para inscrições pelo correio, o participante deve enviar seu vídeo em CD para a Rua Pedro Ivo nº 459 – CEP 80.010-020, em Curitiba - Paraná, identificando o envelope com o nome do Concurso: GAZETINHA – EU, PREFEITO. As inscrições enviadas pelo correio somente serão aceitas com data de postagem até 30 de setembro de 2008.
6. Os vídeos deverão ser apresentados nos formatos “.mpg” ou “.wmv”, e não devem ter mais de 10 (dez) megas e 2 (dois) minutos de duração.
7. Os vídeos enviados deverão conter apenas a imagem e voz do participante inscrito, nos termos deste Regulamento, bem como é vedado a apresentação de vídeos:
a)que violem artigo de Lei ou qualquer espécie de norma vigente no Brasil, seja municipal, estadual ou federal;
b)com conteúdo calunioso, difamatório, injurioso, ofensivo, grosseiro, racista, preconceituoso, discriminatório, de incitação à violência ou a qualquer ilegalidade, ou que desrespeite a privacidade alheia;
c)de conteúdo obsceno e/ou pornográfico, inclusive de atividades ilegais com menores de 18 anos (segundo o artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime fotografar ou publicar cena de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança ou adolescente. A pena varia de um a quatro anos de prisão);
d)de cunho comercial e/ou pertencentes a correntes ou pirâmides de qualquer espécie;
e)com material protegido por direitos autorais (inclusive textos e imagens sem autorização do titular dos direitos);
f)com propaganda eleitoral, de governo, partidos políticos e candidatos;
g)fora do contexto deste Concurso.
8. Os participantes ao enviarem suas inscrições (por e-mail ou pelo correio), deverão enviar – também - os seus dados pessoais: nome completo, RG, CPF, data de nascimento, telefone, e-mail, endereço, CEP, Cidade e Estado.
9. Após o ato de inscrição, nenhum material, documento, ou qualquer outro elemento utilizado/encaminhado na inscrição, serão devolvidos aos participantes.
10. A seleção será realizada, no período de 01 a 05 de outubro de 2008, por uma comissão julgadora formada por colaboradores da ORGANIZADORA que irá eleger os 03 (três) melhores vídeos enviados pelos participantes.
10.1. A seleção será secreta e o público não terá acesso a qualquer tipo de resultado parcial.
11. O nome dos participantes vencedores, autores dos 3 (três) vídeos selecionados/eleitos, serão divulgados no dia 07 de outubro de 2008 por meio de e-mail dirigido aos participantes selecionados.
12. Os 03 (três) melhores vídeos e seus autores serão destaque em uma reportagem do jornal Gazeta do Povo, a ser publicada na edição do dia 18 de outubro de 2008, do jornal Gazeta do Povo, no suplemento Gazetinha.
12.1. Os VÍDEOS selecionados poderão, a critério exclusivo da ORGANIZADORA, ser divulgados/transmitidos em TV aberta ou fechada, nacional ou internacionalmente, com exibição em locais públicos ou privados, e em meio de comunicação impresso, eletrônico ou digital (representação digital de sons e imagens), bem como sofrer projeção de qualquer espécie, inclusive em telas (circuitos cinematográficos ou não), internet, rádio, telefones celulares e outros processos de transportes de sinais e dados (analógicos e/ou digitais), websites, DVD e CD-Rom.
DAS CONDIÇÕES GERAIS
13. Os participantes, serão integral e irrestritamente responsáveis pela veracidade das informações prestadas à organização do Concurso, incluindo, mas não se limitando ao fato de serem legítimos autores dos vídeos por eles enviados; eximindo a ORGANIZADORA, desde já, de qualquer hipótese de responsabilização judicial, ou não.
14. Com o ato de inscrição os participantes autorizam de pleno direito, pelo prazo de 05 (cinco) anos a contar da data de lançamento do Concurso, o uso gratuito de seu vídeo e de suas imagens e/ou depoimentos produzidos para cartazes, filmes ou spots, jingles ou vinhetas, em qualquer tipo de mídia e peças promocionais, impressas ou eletrônicas, para eventual divulgação do Concurso e/ou de seu vídeo, sem nenhum ônus à ORGANIZADORA ou a qualquer outra empresa integrante da Rede Paranaense de Comunicação - RPC.
15. Todo e qualquer material entregue pelos participantes à ORGANIZADORA deverá ser totalmente isento de qualquer restrição relativa aos direitos autorais, de imagem e conexos, tanto de terceiros quanto de profissionais eventualmente envolvidos em seu desenvolvimento.
16. Em face do acima determinado os participantes de forma inequívoca, irrevogável e irretratável obrigam-se a assumir o pólo passivo de quaisquer demandas judiciais, ou extrajudiciais, por parte de terceiros que tenham por objeto alegadas violações de direitos autorais, conexos ou de imagem.
17. A participação no presente Concurso Cultural implica na inequívoca, irretratável e irrevogável aceitação deste Regulamento.
18. A ORGANIZADORA, de forma soberana, detém o direito de encerrar e/ou modificar pontos específicos do presente Concurso Cultural em caso de fraude, dificuldade operacional ou qualquer outro fator que possa comprometer a integridade e licitude deste.
19. Nenhuma mudança poderá ser feita pela ORGANIZADORA para diminuir ou excluir a premiação indicada no item 12 deste Regulamento; qualquer mudança na premiação somente poderá ser feita para oferecer mais ou melhores prêmios.
20. O participante que descumprir qualquer ponto deste Regulamento ou que sua participação infrinja de forma direta ou indireta a legislação vigente e/ou a moral e os bons costumes, poderá ter sua inscrição, de acordo com decisão soberana da ORGANIZADORA, imediatamente cancelada, excluindo sua participação no Concurso.
21. Não poderão participar deste Concurso os funcionários da ORGANIZADORA e das demais empresas integrantes da RPC, bem como seus cônjuges, ascendentes, descendentes e parentes até o 2.º grau.
22. A ocorrência de qualquer outra hipótese de ato ou fato não previsto neste regulamento será decidida, de forma irrecorrível, pela própria ORGANIZADORA.
23. Fica eleito o Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, Paraná, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para toda e qualquer questão oriunda do presente Regulamento.
Dúvidas, críticas e sugestões ligue: 41- 3321-5436.
EDITORA GAZETA DO POVO S.A.
O bom e velho português
Por: Luciane Horcel
É só tocar no assunto de expectativas profissionais que tem sempre um professor, a mãe ou um amigo para logo avisar: “saber inglês é fundamental”, “conhecer idiomas é imprescindível”, “pegar fluência depois de uma experiência no exterior é um grande diferencial”.

Sem dúvida, saber mais de uma língua e estudar idiomas somam pontos incríveis no currículo. Aliás, eu acredito muito nisso – até porque amo estudar idiomas.
Mas vou aproveitar essa coluna Gazetinha Indica para fazer um alerta: nessa súplica constante do mercado pela fluência em outras línguas, muitos jovens estão deixando de lado o nosso idioma – a língua portuguesa.
Há quem saiba até o que é “maçaneta” em inglês, mas não sabe construir uma frase decente em português. As escabrosas redações de vestibular estão aí para provar que eu não estou mentindo. É uma chuva de erros gramaticais somados à incapacidade de produção de textos.

Diante disso, minha sugestão é: estudem o português pelo amor de Deus! Antes de pensar em uma segunda língua, tenha o seu idioma bem consolidado. Aprenda de uma vez a gramática e treine a sua redação.
Até porque, acredite, para aprender qualquer outro idioma é preciso ter as regras do português bem claras, porque os professores usam o aprendizado da língua-mãe para tentar assimilações de novas regras.
Achei bem interessante a iniciativa das escolas Fisk de idiomas. Com o objetivo de aperfeiçoar e consolidar o domínio da língua portuguesa, tanto falada como escrita, o grupo lançou o curso Português Sem Tropeços, focado nos próprios brasileiros.
Além dessa opção, há inúmeros cursos de redação que podem ajudar. A Casa da Linguagem é uma dica. Lá, existem vários cursos nesse sentido.

Serviço
l Fisk
Todas as unidades do Fisk em Curitiba ofertarão o curso -(41) 3243-1045 ou 3223-3791. Site: www.fisk.com.br
l Casa da Linguagem
Contato: (41)3336-2076 ou casadalinguagem@uol.com.br
ESTAÇÃO PUNKADINHA
Circo eleitoral
Por: Punkadinha
Eles são imbatíveis: os caras do Pânico podem até tentar, o CQC se esforça também, mas a concorrência é desleal. Véio, o que são essas propagandas eleitorais gratuitas na tevê? Na boa, quase despenco do sofá de tanto rir.
Meu, aparece cada tipo se candidatando a uma vaga na Câmara Municipal. Um verdadeiro show dos horrores. Coisas do tipo: “O Lingüiça do Circo já te fez rir muito, agora é a sua vez de me fazer sorrir.” Putz, sem comentários...
Benett

Acho engraçado que tem candidato que – para tentar conquistar a vaguinha – promete coisas que vão contra as idéias do seu partido e do colega que disputa a vaga para prefeito. É o vale tudo, quem cair é trouxa. Pelo menos é isso que deve pensar boa parte dessas figuras.
Ao mesmo tempo que dou muita risada, fico pasmo e revoltado. Cara, como essa gente pode governar a nossa cidade? Vejam bem, além das bizarrices, tem aqueles que falam um monte de coisa nada a ver.
Ou seja: despreparados. Isso vale também para a turma que quer entrar na prefeitura. Por isso, fica ligado. Não dá para ficar de bobeira agora e votar errado. Puxa a orelha dos teus pais, parentes e amigos.
É nossa função questionar e dar um fim a esse festival de asneiras. Aliás, penso que não deviam aceitar a inscrição de nomes e apelidos ridículos para qualquer que fosse o cargo. Vergonha, brincadeira de mau gosto.
Mas calma, temos como mudar isso. O voto certo opera milagres. Ria muito desses debilóides, mas na urna eletrônica dê a resposta. Picadeiro é para artista e não para picareta. Outra: muitos deles querem colocar a gente de palhaço no circo.
Quem quer aparecer que coloque uma melancia na cabeça e vá fazer coreografia na praça. Com a nossa cidade e com o dinheiro público ninguém brinca. Tem que tocar o horror mesmo e despachar essa máfia de aproveitadores.
Por isso, véio, escute bem: pára com essa história de dizer que política é uma droga, que não tem jeito e que é tudo ladrão. Conformista burro, você. Levanta da frente do computador e vá fazer a sua parte. Pegue as mentiras, investigue e prolifere a idéia. Vamos longe, pode ter certeza.
Bom, vou ficando por aqui. Ah, antes que eu me esqueça, não deixe de visitar o blog Interrompemos Nossa Programação, do Rodrigo Apolloni. Mais: vê se comenta aí, né? Melhor: conte um pouco das trasheiras que já viu no horário eleitoral gratuito. Vomitei e fui...
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l GAZETINHA NA BERLINDA - Comente a edição de hoje, 30 de agosto. Gostou das reportagens? Tem críticas, comentários ou sugestões? Deixe o seu recado ou nos envie um e-mail: gazetinha@gazetadopovo.com.br
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Jonas Brothers em destaque. Os caras são o assunto da nossa reportagem principal da semana.
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Opinião. Página com assuntos diferentes a cada semana e muita interatividade.
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Feras dos quadrinhos e o concurso nacional da Fnac para novos talentos da área são o tema da reportagem.
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Jonas Brothers: o sucesso, fãs e novidades - como o terceiro CD.
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A coluna Peter Vem Aí, Punkadinha e Programe-se. Bem diversificada.
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Fique de Olho variado: de Hellboy a VMB. Reprodução
O reencontro de Renato Aragão e Dedé Santana em destaque. Tem ainda opinião sobre O Guerreiro Didi e a Ninja Lili e os lançamento dos filmes dos Trapalhões em DVD. ************************************************************************************
MAIS: veja a lista de filmes da coleção OS TRAPALHÕES, assunto comentado na edição impressa do dia 30 de agosto.
O Trapalhão e a Luz Azul
(1999)
Simão o Fantasma Trapalhão
(1998)
O Noviço Rebelde
(1997)

Os Trapalhões e a Árvore da Juventude (1991)
Uma Escola Atrapalhada
(1990)

A Princesa Xuxa e os Trapalhões
(1989)
Os Trapalhões na Terra dos Monstros (1989)
O Casamento dos Trapalhões
(1988)
Os Heróis Trapalhões - Uma Aventura na Selva
(1988)
Os Fantasmas Trapalhões
(1987)
Os Trapalhões no Auto da Compadecida (1987)
Os Trapalhões no Rabo do Cometa
(1986)

Os Trapalhões e o Rei do Futebol
(1986)
Os Trapalhões no Reino da Fantasia
(1985)
A Filha dos Trapalhões
(1984)

Os Trapalhões e o Mágico de Oróz
(1984)
O Trapalhão na Arca de Noé
(1983)
O Cangaceiro Trapalhão
(1983)
Os Trapalhões na Serra Pelada
(1982)
Os Vagabundos Trapalhões
(1982)
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Os Saltimbancos Trapalhões
(1981)
O Mundo Mágico dos Trapalhões
(1981)
Os Três Mosqueteiros Trapalhões
(1980)
O Incrível Monstro Trapalhão
(1980)
O Rei e os Trapalhões
(1979)
O Cinderelo Trapalhão
(1979)
Os Trapalhões na Guerra dos Planetas
(1978)
Reprodução

O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão (1977)
O Trapalhão no Planalto dos Macacos (1976)
Simbad, O Marujo Trapalhão
(1976)
Os Trapalhão na Ilha do Tesouro
(1975)
Robin Hood, O Trapalhão da Floresta (1974)
Aladim e a Lâmpada Maravilhosa
(1973)
Ali Babá e os Quarenta Ladrões
(1972)
Bonga, O Vagabundo
(1971)
Reprodução

Dois na Lona
(1968)
Adorável Trapalhão
(1967)
Na Onda do Iê-Iê-Iê (1966)
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Tá Dito
Uma outra forma de encarar o vestibularb>
Por: Renan Rederde, 16 anos, integrante do Projeto Master e uma das responsáveis pelo Conselho Editorial da Gazetinha.
Após observar minhas atitudes e de alguns amigos da escola, concluí que a maioria dos adolescentes em época de vestibular leva uma vida demasiadamente agitada por causa dos estudos. Uma rotina corrida e cansativa, com vários obstáculos, ônibus lotados e clima desfavorável – fazendo frio e calor num só dia – , que acabam deixando a saúde num verdadeiro caos, além de tornar os estudantes – inclusive eu – bastante estressados. Será que realmente precisamos viver dessa forma? Por que não nos dedicarmos a manter a nossa saúde em níveis razoáveis? Ou quem sabe pensarmos numa vida mais tranqüila?
A resposta desta loucura toda está no fato de deixarmos de viver o presente para dar mais valor ao futuro, ou seja, esquecemos de dar mais valor ao hoje. Deixamos o conforto de lado, o verdadeiro valor da felicidade, esquecendo de brincar e sorrir para pensarmos somente no vestibular.
José Aguiar

Estamos perdidos em relação aos acontecimentos do cotidiano, vivemos contra o tempo, pois esse é nosso maior inimigo. Passa tão depressa, que não vemos passar. Vivemos focados na obtenção de resultados agradáveis, que exibirão um sentimento de sucesso e vitória.
Mas para ter sucesso nos nossos objetivos, precisamos ter também confiança em cada minuto que passa, vestindo a camisa, levantando a cabeça com pensamentos positivos, pois só assim teremos bons resultados. Mas não descuidemos de nossa saúde, praticando algum esporte e abrindo espaço para alguma diversão, como forma de desestressar. Com isso, é que a tão aguardada aprovação virá.
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AGORA É COM VOCÊ. A CAIXA DE COMENTÁRIOS AGUARDA ANSIOSAMENTE PELAS SUAS OBSERVAÇÕES. PARTICIPE, FAÇA A DIFERENÇA.
Feliz aniversário, Mallu!
Por: Cristiano Luiz Freitas
Mallu Magalhães comemora hoje 16 anos. Imagino que na hora de soprar as velinhas do bolo - ela confessou para a gente, durante um bate-papo exclusivo no último sábado, que era certeza um jantar especial com os pais e os avós logo mais à noite - vai passar um filme na cabeça dela.
Master Guilherme Damiani
Mallu no show de sexta: simpatia contagiante.
Afinal de contas, digamos que a rotina dela passou por mudanças significativas nos últimos meses. Com a agenda cheia - nesse fim de semana segue para Belo Horizonte -, Mallu deve aproveitar a passagem pela capital mineira para comemorar a data com os amigos da banda (clique aqui para ler o texto que escrevi sobre a Mallu Magalhães no Caderno G).
Em homenagem a esse jovem talento da música, a coluna Da Redação apresenta detalhes sobre o show da menina em Curitiba, na semana passada. Parabéns, Mallu. Confira:
Duas Mallus
Na apresentação, Mallu Magalhães mostra duas faces: a de menina, em sua delicadeza e forma com que age com o público; e a de mulher, devido à precocidade de sua magnífica voz. No meio da apresentação, ela arrisca passos de balé, informações sobre o corte de cabelo e até mesmo improviso, devido à falha no violão: "Toco no violão imaginário, porque no real não sai o som". Dificilmente veremos uma apresentação tão envolvente como essa.
Samuel Brandão, 14 anos, é repórter-mirim da Gazetinha.
Mallu arrasou!
O show de Mallu Magalhães simplesmente arrasou. O atraso para o início atrapalhou bastante, mas pouco tempo depois de subir ao palco, a jovem conseguiu fazer toda a platéia ferver e viajar pelo universo de sua música.
Fiquei impressionada com o talento e com o estilo diferente da cantora, mistura que faz com que ela seja incrível. Mallu também consegue se comunicar com o seu público de um jeito divertido, fazendo com que seu show se torne muito animado, mesmo para pessoas que - como eu - não conheciam seu trabalho antes.
Rebeca Dorneles da Silva, 15 anos, é repórter-mirim da Gazetinha.
Arquivo pessoal
Ok, apesar de alguns rostos cortados, olha a Mallu aí com a turma da Gazetinha.
Um show sensacional!
Mallu Magalhães simplesmente arrasou no show da última sexta feira. Com uma simplicidade marcante, Mallu abriu o show no Jorkers com "You Know You've Got", passando por canções como "J1" e o seu hit "Tchubaruba". Visivelmente esse foi um show melhor que a sua primeira apresentação em Curitiba, há alguns meses.
Talvez o único defeito foi a grande demora para o inicio do show. A apresentação que estava marcada para as 22 horas começou muito (mas muito) depois do horário previsto. Mas todo esse tempo de espera foi recompensado com o grande show que a garota apresentou.
Mallu no momento está com a bola toda, ainda mais que está sendo indicada em três categorias do VMB: "Artista do Ano", "Banda/Artista Revelação" e "Show do Ano". Resta esperar e torcer para que ela leve algum prêmio.
Obs.: além de conseguir falar com a garota, ainda consegui a palheta do Kadu (guitarrista) e o set list do show. Sensacional!
Guilherme Damiani, 16 anos, é integrante do Projeto Master.
A musa do folk
Parece inacreditável, mas não é. Mallu Magalhães é um fenômeno da internet,
mesmo que muitos não considerem. Dona de uma voz e um jeito todo especial, a
menina fofinha fez um show no Jokers, na última sexta-feira.
O engraçado é que mesmo tendo 16 anos, completos hoje, seu público era de 20 para cima. E todos ficaram maravilhados com a sua simpatia e o seu jeitinho todo
característico.
Em seu show não faltaram “